Imagem retirada de: http://filho-de-iemanja.tumblr.com/ Fino véu que brilhante ornamenta. Flutua leve - efervescente alegria de ser Formada pelo vento, desfila pela pista, crescendo altiva crista deslizando puro branco. Florescem novas vidas, aparecem, desaparecem Insinuam sinuosas curvas no vai e vem de suas marés. Fadas vestidas na sutil interface, fina e tênue linha que divide e sustenta diferentes infinitos. Para Yemanjá, em forma de gratidão. Por toda a beleza e expressão do mar, modeladas em suas ondas. Que possa ser, sempre, a representação - mais pura - da ciclicidade da natureza e das emoções.
Um dia, talvez, eu possa ser como uma estrela cadente. Um meteoro que se inflama ao entrar na sua atmosfera E risca o céu, Traçando sonhos e pedidos Dando, àqueles que acreditam, O direito a um pedido, Um sinal de sorte, Uma esperança. Talvez, na dança ritmada de Shiva, Construindo e destruindo, Posso também criar um universo inteiramente novo e destruir velhos preconceitos.